Um encontro de duas horas no final da tarde dessa segunda-feira (7) decidiu manter a paralisação dos servidores, pelo menos, até a próxima
sexta-feira (11). Nesse dia, está previsto o depósito da segunda parcela dos salários do funcionalismo gaúcho. No entanto, não está descartada a
ampliação do movimento, já que a expectativa é que o valor que entrará nas contas dos trabalhadores não será o integral.
Ações
Como a Brigada Militar é proibida constitucionalmente de entrar em greve, os servidores ficam aquartelados. Eles vão
até os batalhões, mas atendem apenas ocorrências graves. Junto a isso, esposas e familiares dos brigadianos devem fazer piquetes nas saídas dos quartéis,
assim como na última semana. Os Bombeiros devem adotar o mesmo sistema de protesto.
Já a Polícia Civil prevê delegacias abertas, mas apenas
ocorrências graves serão registradas. As demais, devem ser cadastradas através da internet. O Instituto-Geral de Perícias (IGP) também manterá
efetivo reduzido, o que acaba atrasando laudos para inquéritos.
Os servidores que respondem à Superintendência dos Serviços
Penitenciários (Susepe) irão manter efetivo menor nos presídios.
Próximos dias
Mesmo com a
previsão de encerramento da paralisação na próxima sexta-feira (11), novas reuniões com as categorias serão realizadas para ratificar a
decisão.