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31/08/2015 | 21:56 | Praia Notícias | Polícia

Após dois meses, assaltantes que atiram na PM e explodem bancos voltam a agir no interior de SC

Quadrilha disparou mais de 20 tiros contra quartel da PM em Pouso Redondo

Quadrilha disparou mais de 20 tiros contra quartel da PM 

em Pouso Redondo
Ataque em Pouso Redondo é o sétimo assalto a banco com violência nos últimos meses, no interior (Foto: Divulgação / Divulgação)
As polícias Civil e Militar de Santa Catarina buscam pistas sobre a quadrilha que, após dois meses de trégua, voltou a levar terror a uma pequena cidade do Estado num ataque a banco. Agora, desde abril, já são sete ataques violentos e com a polícia sendo encurralada por criminosos nas regiões da Serra, Planalto Norte e Meio-Oeste.
Com armas pesadas, assaltantes dispararam mais de 20 tiros de fuzil contra o quartel da Polícia Militar em Pouso Redondo, cidade de 16,1 mil habitantes no Alvo Vale do Itajaí.
O ataque aconteceu às 2h45min da madrugada de sábado. Enquanto um grupo de ladrões encurralava a tiros os dois únicos policiais de serviço, outro grupo explodia a agência do Bradesco, fugindo com o dinheiro dos caixas eletrônicos - a unidade da PM fica a cerca de 500 metros do banco.
Segundo a PM local, a suspeita é que os assaltantes estavam em três veículos e sejam de fora da região Foram encontradas 21 cápsulas de fuzil, calibre 556 - no sábado, a informação é que teriam sido utilizadas espingardas calibre 12.
A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) investiga o assalto em conjunto com a Polícia Civil local.
Segundo o delegado Anselmo Cruz, da Divisão de Roubos e Antissequestro, a princípio não seria a mesma quadrilha dos últimos ataques no interior em razão do armamento ser diferente. Anselmo lamentou a ausência de filmagem pela agência.
O último roubo no interior havia sido no dia 30 de junho, em Timbó Grande, no Planalto Norte, onde a quadrilha agiu com fuzis Ak 47 e fez reféns como escudos humanos na fuga.
As outras cidades alvo foram São Cristóvão do Sul, Irani, Seara, Campo Alegre e Santa Cecília. A direção da Deic afirma que há um grupo de policiais atuando na investigação da quadrilha.
Fonte: Diário Catarinense
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