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23/08/2015 | 07:39 | Praia Notícias | Polícia

Polícia Civil afirma que menino desaparecido entrou em carro preto

Kaik Fagundes, de 8 anos, sumiu no dia 14 de agosto em Piçarras, SC

Kaik Fagundes, de 8 anos, 

sumiu no dia 14 de agosto em Piçarras, SC
Foto: Reprodução RBS TV
O assunto dos últimos dias tem sido o mesmo em Balneário Piçarras: o desaparecimento misterioso de Kaik Leonardo Bidinelli Fagundes, de 8 anos, no dia 14 de agosto. O delegado responsável pelo caso, Wilson Masson, confirmou neste sábado (22) que o menino chegou na escola e alguém o pegou bem em frente a unidade antes de começar a aula. O relato foi feito por um amigo de Kaik que estava com ele, conforme reportagem do RBS Notícias.
Masson também já sabe que a criança embarcou em um carro preto. Até agora 27 pessoas prestaram depoimento e outras 20 ouvidas de maneira informal. Novos depoimentos estão marcados para a próxima segunda feira (24).
O  menino mora com a avó de criação, Licia Barcelos, no bairro Itacolomi. Desde sexta feira da semana passada, quando o menino desapareceu, ela está sob efeito de remédios.
Como fazia todos os dias, Kaik saiu de casa e embarcou para escola. Uma vizinha viu quando ele entrou no ênibus escolar. "Foi a última vez que a gente viu", conta Sonia Machado.
Kaik estuda em uma escola distante menos de dois quilômetros de casa. Os professores estão tão abalados que a Secretaria de Educação enviou duas pscicólogas para orientá-los como o assunto deve ser abordado dentro de sala de aula.
Entenda o caso
Polícia Civil de Piçarras, no Litoral Norte de Santa Catarina, investiga o desaparecimento Kaik após chegar à escola na última sexta-feira (14). Testemunhas relataram ter visto o pegando o ônibus escolar, perto de casa, e também na chegada à escola, que fica no mesmo bairro, no início da tarde. O menino, porém, não teria comparecido às aulas.
A mãe da criança foi uma das pessoas que prestaram depoimento. Segundo o delegado, ela negou qualquer envolvimento no caso. “A criança estava sob a guarda de uma parente idosa, em uma casa onde também mora o pai. A mãe tinha direito de visitar a criança, mas por causa de uma desavença, não frequentava a casa. Mas se mostrou bastante preocupada com o desaparecimento”, disse Masson no dia 18 de agosto.
Uma funcionária da limpeza da escola contou à polícia que conversou com o menino antes do início das aulas. “Ele perguntou se poderia pegar um bonequinho do lixo”. Já um vigia afirmou ter visto a criança chegar de bicicleta com um homem, que seria o avô. A pessoa indicada negou conhecer a criança.
A investigação tem a colaboração da Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD) de Florianópolis. A polícia está divulgando um cartaz com um número de telefone para receber informações sobre o paradeiro da criança.
Fonte: G1
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