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18/03/2015 | 17:41 | Polícia

Justiça nega novo pedido de habeas corpus de Graciele Ugulini

Madrastra é suspeita de participar da morte do garoto

Madrastra é suspeita de participar da morte do garoto
Graciele está presa na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba (Foto: Reprodução / Reprodução)
A Justiça negou, nesta quarta-feira, um novo pedido de habeas corpus de Graciele Ugulini, madrasta do menino Bernardo Boldrini. Com isso, a enfermeira seguirá detida na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba.
A ação de habeas corpus encaminhada pela defesa da enfermeira também contemplava um pedido de autorização para que a mulher recebesse a visita da filha na prisão, que não foi analisado. Já o pedido de liberdade foi negado por unanimidade.
Graciele está detida desde abril do ano passado. Ela foi presa no mesmo dia em que a Polícia Civil encontrou o corpo de Bernardo, enterrado em uma cova no interior de Frederico Westphalen, no norte do Estado.
Em setembro, a enfermeira começou a trabalhar na prisão, com artesanato. Ela atua na confecção de bijuterias com miçangas. Por ser rejeitada pelas outras presas, trabalha na própria cela, onde dorme sozinha, durante o dia. 
Sem depender de decisão judicial, a liberação para o trabalho pode ser benéfica para os presos. A Lei de Execução Penal (LEP) prevê remição de penas com trabalho (três dias de serviço reduzem um dia de prisão).
Fonte: Zero Hora
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