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09/05/2024 | 06:23 | Polícia

Seis suspeitos de estupros em abrigos são presos na Região Metropolitana

Quatro casos foram registrados em locais escolhidos pelas prefeituras de Canoas e da Capital para receber quem teve de sair de suas residências, enquanto um deles, em Viamão, foi em um ponto não oficial

Casos de estupros são investigados em abrigos de Porto Alegre, Canoas e Viamão, na Região Metropolitana. Seis suspeitos dos crimes foram presos. Quatro situações envolvem crianças de seis e 10 anos, e em um a vítima é uma jovem.  

Quatro casos foram registrados em abrigos de Porto Alegre e Canoas. O crime que aconteceu em Viamão não envolveu um local de abrigamento oficial da prefeitura.

Os episódios de Canoas e Porto Alegre, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), envolveram familiares das vítimas

— Eram situações que já vinham ocorrendo na casa dessas pessoas e foram constadas agora que chegaram aos abrigos — diz o secretário de Segurança Pública do RS, Sandro Caron, sobre os crimes registrados.

Uma força-tarefa, com participação do Ministério Público (MP), foi montada no início desta semana para acompanhar o trabalho realizado nos abrigos, especialmente com foco no acolhimento e proteção de crianças e adolescentes.

Caso de Viamão

O caso de Viamão aconteceu em uma chácara, que não é um abrigo oficial da prefeitura. A Polícia Civil prendeu preventivamente, na manhã desta quarta-feira (8), um homem de 24 anos. A vítima é uma criança de seis anos.

O fato ocorreu no último sábado (4) no bairro Estância Grande. A menina, que era de Canoas, chegou na chácara antes dos pais, já que a prioridade era de resgatar primeiro as crianças afetadas na enchente. 

Quando os pais chegaram no local, a mãe percebeu que a filha estava com as roupas trocadas e a menina contou que um homem a havia violentado.

— Imediatamente a mãe foi na Delegacia de Polícia de Canoas e a menina para o hospital para ser atendida — explicou a titular da delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Viamão, delegada Marina Dillenburg.

— Apuramos onde ficava a chácara, identificamos o suspeito e representamos a prisão preventiva — completou a delegada. 

O suspeito também é de Canoas. A chácara parou de receber os desabrigados porque faltou água e luz no local. 

Fonte: GZH
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