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03/06/2023 | 18:10 | Polícia

Polícia indicia cinco suspeitos de golpe do bilhete e lavagem dinheiro com criptomoedas no RS e SC

Grupo foi alvo de operação policial realizada em abril em Porto Alegre, Alvorada, Passo Fundo e Balneário Camboriú

Grupo foi alvo de operação policial realizada em abril em Porto Alegre, Alvorada, Passo Fundo e Balneário Camboriú
Mandados judiciais foram cumpridos no Estado, em Porto Alegre (foto), Alvorada e Passo Fundo, e em Santa Catarina - Polícia Civil / Divulgação

Após concluir inquérito e remeter à Justiça, a Polícia Civil indiciou, nesta semana, cinco pessoas por estelionato. São suspeitos de integrar uma quadrilha que aplicava o golpe do bilhete e lavava dinheiro com criptomoedas. 

O grupo foi alvo de uma operação policial realizada dia 12 de abril em Porto Alegre, Alvorada e Passo Fundo, e em Balneário Camboriú, Santa Catarina, quando dois suspeitos foram presos. Conforme o titular da Delegacia de Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), delegado João Paulo de Abreu, outros três foram alvo de buscas na ocasião. 

Segundo o inquérito, uma das vítimas é uma  idosa, que perdeu R$ 130 mil, em caso que deu origem às investigações do Deic. Em março deste ano, Abreu havia recebido a informação de que teria ocorrido uma extorsão mediante sequestro no bairro Cavalhada, zona sul da Capital. Ao verificar o fato, ele constatou que se tratava de golpe do bilhete.  

Todos os indiciados por lesar a idosa têm antecedentes criminais por furto mediante fraude, estelionato, lesão corporal e posse de entorpecentes. Na sequência, houve a prisão dos dois suspeitos e, a partir de seus depoimentos e obtenção de novas provas, a polícia chegou a mais três pessoas envolvidas.

Nova ofensiva
O delegado informa que a investigação continua, buscando, entre outros objetivos, identificar mais suspeitos e determinar o total de vítimas. A expectativa é de que haja um ressarcimento às pessoas lesadas. 

Além disso, um dos pontos principais é apurar a lavagem de dinheiro, a partir de um trabalho de reastreamento. Segundo a polícia, o grupo aplicava o golpe, comprava criptomoedas e "pulverizava" em carteiras digitais para depois sacar os valores.

Fonte: GZH
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