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25/03/2023 | 05:36 | Polícia

Estupro de paciente dentro do maior hospital público da serra catarinense é investigado

Caso é mantido em sigilo e direção do hospital Tereza Ramos, em Lages, informou que restringiu atividades de profissionais supostamente envolvidos.

Caso é mantido em sigilo e direção do hospital Tereza Ramos, em Lages, informou que restringiu atividades de profissionais supostamente envolvidos.
Hospital Tereza Ramos - Divulgação

O estupro contra uma paciente, que teria sido sedada e abusada sexualmente, é investigado pela Polícia Civil dentro do Hospital e Maternidade Tereza Ramos, em Lages. A unidade é a maior da Serra catarinense e referência na região. A apuração do caso é mantida em sigilo.

A corporação limitou-se a informar que a investigação é feita pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCami) e que "todas as providências iniciais já foram tomadas".

A polícia não confirmou o nome do suspeito e nem se ele é funcionário ou visitante do hospital, mas em entrevista à Rádio Clube de Lages, a vítima relatou que o agressor seria um enfermeiro e que o caso aconteceu na madrugada de quinta-feira (23).

Ela, que estava internada para um tratamento pulmonar, relatou à rádio que ele a sedou e teria praticado o abuso com a vítima sob efeito de remédios.

Em nota, o Hospital Tereza Ramos, do governo do estado, informou que a vítima reportou ter sido vítima de ato sexual e que rapidamente a unidade iniciou os procedimentos cabíveis. Confira a nota completa:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Informamos que na manhã de ontem, 23/03, a Direção do Hospital e Maternidade Tereza Ramos – HMTR recebeu a informação de que uma paciente internada na Unidade reportou ter sido vítima de um ato de violência sexual ocorrido na madrugada.

Imediatamente após conhecimento da denúncia, os órgãos responsáveis pela a apuração do caso foram acionados, a saber, as Polícias Civil e Científica, as quais compareceram ao Hospital e já iniciaram os procedimentos cabíveis.

Conforme orientação da Polícia Civil, o caso é investigado sob absoluto sigilo, razão pela qual não podemos fornecer qualquer informação neste momento.

Entretanto, reiteramos que o HMTR está à disposição da paciente para quaisquer esclarecimentos e que todas as medidas administrativas necessárias estão sendo tomadas, inclusive a restrição de atividades dos profissionais envolvidos.

O HMTR repudia qualquer ato de violência contra a mulher e está comprometido com a investigação em andamento.

Fonte: G1
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