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04/01/2023 | 05:18 | Polícia

Suspeito de estuprar e matar jovem de 18 anos nas primeiras horas de 2023 é preso

Homem de 26 anos teria assediado, estuprado e esfaqueado Naiara Maricá depois de ela deixar o grupo de amigos e ir para casa

Homem de 26 anos teria assediado, estuprado e esfaqueado Naiara Maricá depois de ela deixar o grupo de amigos e ir para casa
Sepultamento da jovem foi na manhã de segunda-feira (2), no cemitério Rosário II, em Caxias do Sul - Arquivo Pessoal / Divulgação

O homem de 26 anos suspeito de estuprar e matar Naiara Ketlein Pereira Maricá, de 18 anos, na madrugada de domingo (1º), em Caxias do Sul, foi preso nesta terça. O trabalho da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) o identificou a partir de depoimentos de testemunhas e imagens de câmeras da região onde agressor e vítima foram vistos pela última vez, após uma comemoração de virada do ano.

De acordo com a investigação, o suspeito é natural de Pirapó, na Região Noroeste, e estava em Caxias do Sul desde o dia 27 na casa de amigos. Na noite de sábado, último dia de 2022, ele estava na mesma confraternização que Naiara, apesar de eles não se conhecerem antes.

Segundo relato de testemunhas, o homem tentou aproximação com a vítima e se deslocou junto com o grupo de amigos dela quando deixaram o local para seguir a festa em outro local da cidade. No caminho, porém, Naiara decidiu não seguir adiante. Com sinais de embriaguez, ela queria ir para casa. Foi então que o homem se ofereceu para acompanhá-la até sua morada. Essa foi a última vez que Naiara foi vista com vida.

Ela foi encontrada por familiares na manhã seguinte, com sinais de violação sexual e golpes de faca na perna e no pescoço. O suspeito confirmou, em depoimento, que foi com a jovem até a casa dela. Diz não lembrar, porém, do que teria acontecido depois de estarem a sós. A Deam afirma que a camisa do suspeito e a arma do crime foram encontradas no local.

A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do crime. O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) deve ser conhecido na primeira semana de fevereiro, concluindo se houve violência sexual e quais substâncias agiam no organismo da vítima.

Fonte: GZH
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