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11/10/2022 | 05:41 | Polícia | Trânsito

Mulher atingida por carro que invadiu calçada em alta velocidade tem perna amputada em hospital de SC

Veículo atingiu três pessoas. Duas sofreram lesões leves e foram atendidas no local, mas uma ficou em estado grave, precisou ser hospitalizada e segue internada

Veículo atingiu três pessoas. Duas sofreram lesões leves e foram atendidas no local, mas uma ficou em estado grave, precisou ser hospitalizada e segue internada
Reprodução

Uma mulher de 35 anos que está internada no Hospital Ruth Cardoso, no Balneário Camboriú, em Santa Catarina, precisou amputar uma das pernas na madrugada de domingo (9). A paciente, cujo nome não foi divulgado, foi atropelada em Itapema, no litoral norte catarinense, por um motorista que subiu com o carro na calçada em alta velocidade. As informações são do G1.

A instituição médica informou, em comunicado enviado à imprensa, que a mulher precisou ser submetida a uma amputação parcial de uma das pernas, no nível do joelho, e que o procedimento cirúrgico foi realizado com êxito. A paciente continua internada e, de acordo com os médicos, seu quadro é estável.


Um inquérito já foi aberto para investigar o caso. Segundo a Polícia Civil, o suspeito deverá se submeter a interrogatório na terça-feira (11). 

O atropelamento
Um homem que dirigia um Corolla, no bairro catarinense de Meia Prata, acelerou o veículo e subiu com o carro na calçada, em alta velocidade, às 3h20min de domingo (9), atingindo três mulheres. Duas das vítimas, ambas de 26 anos, tiveram lesões leves e receberam atendimento no local, não precisando de hospitalização. No entanto, a terceira ficou em estado grave e precisou ser levada ao Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú.

Além das vítimas, o veículo causou danos na estrutura física de uma tabacaria.

Investigação
Pouco tempo depois do atropelamento, o dono do carro, com placas de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, foi até a delegacia e informou que era o pai do motorista que dirigia na hora do acidente. O homem foi acompanhado de um advogado.

Como o pai do condutor e o advogado se apresentaram na delegacia, o motorista não poderá ser acusado de ter fugido das autoridades nem de ter se negado ou dificultado a fornecer informações que contribuam com o andamento da investigação.

A Polícia Militar, que foi a primeira a chegar ao local do acidente, informou à imprensa que o veículo foi apreendido e que, em seu interior, foram encontrados copos e garrafas de bebidas alcoólicas. 

A PM considerou o caso como lesão corporal em acidente de trânsito. Após a conclusão das investigações, a Polícia Civil deverá definir exatamente qual o tipo de crime cometido.

Fonte: GZH
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