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11/10/2022 | 05:37 | Polícia

Caso de bebê que chegou da creche com braço quebrado é investigado pela Polícia Civil em Nonoai

Prefeitura acompanha o caso e diz que abriu sindicância para apurar a denúncia

Prefeitura acompanha o caso e diz que abriu sindicância para apurar a denúncia
Radiografia divulgada pela família mostra braço de bebê quebrado - Arquivo Pessoal / Reprodução

O pai de um bebê de um ano e cinco meses registrou um boletim de ocorrência após constatar que o filho estava com o braço quebrado ao retornar da creche em Nonoai, no norte do RS. O caso foi registrado junto à Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (10) na delegacia do município. 

Conforme o delegado Enio Tassi, responsável pela investigação, a Polícia Civil ouvirá os depoimentos de monitoras da escolinha e do responsável pelo transporte nesta terça-feira (11). Ele ressalta que é necessário aguardar o resultado da perícia para averiguar há quanto tempo a fratura ocorreu. 

— Vamos tentar identificar pela perícia o tempo da fratura. Temos que ver a origem, por isso precisamos do resultado da perícia, para ver se é uma fratura nova ou antiga — explica. 

De acordo com o delegado, o pai do menino percebeu que a criança vinha se queixando de dor no braço na sexta-feira (7), depois que retornou da escolinha municipal em que estuda. 

Ele diz que a mãe da criança, que estuda medicina em Chapecó, teria constatado a fratura e levou o menino ao hospital do município catarinense. O caso é investigado como lesão corporal. 

Prefeitura acompanha o caso 

A prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira, diz que o município está acompanhando o caso desde sexta-feira e que uma sindicância foi aberta para apurar a denúncia.  

— Estamos à inteira disposição para o tratamento e a recuperação da criança, o que de fato é fundamental neste momento. O inquérito instaurado pelos órgãos competentes deverá ser esclarecedor, bem como a sindicância instaurada pelo município — disse a prefeita. 

Em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), GZH não divulga os nomes dos envolvidos nem da instituição de ensino sob investigação. 

Veja a nota da prefeitura

Fonte: GZH
Prefeitura acompanha o caso e diz que abriu sindicância para apurar a denúncia
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