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10/10/2022 | 08:59 | Trânsito

Segunda ponte desaba na BR-319 em menos de duas semanas e isola parte do Amazonas

Incidente ocorre dez dias após o desabamento da ponte sobre o Rio Curuçá, que provocou três mortes; rodovia liga Manaus à Porto Velho, em Rondônia

Incidente ocorre dez dias após o desabamento da ponte sobre o Rio Curuçá, que provocou três mortes; rodovia liga Manaus à Porto Velho, em Rondônia
Máquinas do Dnit ainda trabalhavam no final da semana passada nos escombros da ponte sobre o Rio Curaçá - Dnit / Divulgação

A ponte sobre o Rio Autaz Mirim, localizada no km 25 da BR-319, no Amazonas, desabou no sábado (8), isolando a população do local. A rodovia já estava interditada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e ninguém se feriu. O incidente ocorre dez dias após outro desabamento que trouxe transtornos à região: o da travessia sobre o Rio Curuçá, que teve ao menos três mortos.

A estrutura é o único acesso terrestre do Estado ao resto do país e alguns municípios que dependem dela passam por problemas de desabastecimento, como falta de alimentos, gasolina e insumos desde a queda da primeira ponte. Para chegar ao outro lado, as pessoas estão utilizando canoas.

De acordo com o governador do Amazonas, Wilson Lima, em postagem nas redes sociais, já foi feita uma mobilização para reparos no local. 

A ponte sobre o Rio Autaz Mirim, localizada no km 25 da BR-319, no Amazonas, desabou no sábado (8), isolando a população do local. A rodovia já estava interditada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e ninguém se feriu. O incidente ocorre dez dias após outro desabamento que trouxe transtornos à região: o da travessia sobre o Rio Curuçá, que teve ao menos três mortos.

A estrutura é o único acesso terrestre do Estado ao resto do país e alguns municípios que dependem dela passam por problemas de desabastecimento, como falta de alimentos, gasolina e insumos desde a queda da primeira ponte. Para chegar ao outro lado, as pessoas estão utilizando canoas.

De acordo com o governador do Amazonas, Wilson Lima, em postagem nas redes sociais, já foi feita uma mobilização para reparos no local. 

Em setembro, no incidente em Curuçá, a travessia também apresentava problemas e, por isso, tinha circulação limitada apenas a veículos leves. Após o ocorrido, o governo estadual afirmou que construiria uma estrutura metálica de forma provisória, mas isso ainda não saiu do papel.

A Polícia Civil do Amazonas, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal seguem com investigações para identificar os responsáveis pelo primeiro desabamento. Ainda não há informações mais concretas sobre como será o procedimento em Autaz Mirim.

Fonte: GZH
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