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30/08/2021 | 08:14 | Geral

O que faz a chegada de animais para a Expointer ser diferente neste ano

Procedimento de entrada inclui uma triagem para os profissionais que acompanham os exemplares em razão dos protocolos da pandemia

Procedimento de entrada inclui uma triagem para os profissionais que acompanham os exemplares em razão dos protocolos da pandemia
Portões do parque Assis Brasil, em Esteio, serão abertos a partir das 8h para a entrada dos primeiros animais para a Expointer - Ronaldo Bernardi / Ag

Para vencer longas distâncias e fazer a adaptação ao novo ambiente, os portões do parque Assis Brasil, em Esteio, se abrem nesta segunda-feira (30) para receber os animais inscritos para a 44ª Expointer. O procedimento é igual e, ao mesmo tempo, diferente ao de outros anos. 

A começar pelas exigências para quem chega. Em razão dos protocolos sanitários da pandemia, o primeiro passo é a triagem dos profissionais que acompanham o plantel, feita conforme as determinações da Secretaria da Saúde. Além do exame de covid-19, há medição da temperatura. Feita a checagem, uma pulseira autoriza a entrada na área.

Para os animais — são, no total, 4.057 inscrições, entre exemplares de argola e rústicos — a equipe da Secretaria da Agricultura recebe a documentação e faz a avaliação clínica. Neste ano, um documento a menos será exigido: o de imunização contra a febre aftosa, já que agora o Estado é livre da doença sem vacinação.

A nova condição irá trazer para a feira, depois de um hiato de 20 anos, bovinos, ovinos e caprinos de Santa Catarina. O Estado vizinho deixou de vacinar em 2000, recebendo o reconhecimento internacional em 2006, o que trazia série de restrições no trânsito animal.

Um grupo de 93 profissionais da Agricultura trabalhará na exposição — há um alojamento instalado no parque. A entrada dos animais será de 8h às 20h.

— Será uma Expointer nova para todo mundo. Não importa o tempo de trabalho que se tenha — avalia Rosane Collares, diretora do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura. 

Fonte: GZH
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