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09/05/2021 | 12:46 | Geral

VÍDEO: foguete chinês que caiu na Terra foi visto no céu de Santa Catarina

Objeto também foi avistado no céu de Torres, no Litoral Norte

Objeto também foi avistado no céu de Torres, no Litoral Norte
Imagem também flagrou foguete no céu de Santa Catarina - Jocimar Justino / Arquivo pessoal

O foguete chinês que estava sem controle e caiu no Oceano índico na noite deste sábado (8) foi visto em Torres, no litoral norte gaúcho, às 19h06min de quinta-feira (6). O objeto também foi avistado em Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais entre quinta-feira e este sábado (8).

 

Em SC, de acordo com o portal G1, a câmera de monitoramento de uma estação em Monte Castelo registrou o objeto passando pouco após as 18h30min de sexta-feira (7). 


— A gente tem certeza que é o foguete. Primeiro que já era para passar pela posição e horário que passou e dá para ver nas imagens uma variação de brilho. Essa variação de brilho vem sendo observada e é partir dela que ficou claro que estava fora de controle. Quando está girando é porque não está estável em órbita — explicou o diretor técnico da Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), Marcelo Zurita.

 

A trajetória do objeto foi acompanhada em transmissões ao vivo no canal do Youtube do Clima ao Vivo. 


O país asiático colocou em órbita o primeiro módulo de sua estação espacial em 29 de abril, graças a um foguete Longa Marcha 5B - o mais poderoso e imponente lançador chinês. É a primeira parte deste foguete que retorna à Terra. 

 

A China passou a semana sendo sido muito discreta sobre o assunto e não publicou nenhuma previsão sobre o horário que o lançador entraria na atmosfera terrestre, ou onde deveria se desintegrar total ou parcialmente. Após um longo silêncio das autoridades espaciais e diplomáticas chinesas, Pequim se pronunciou sobre o assunto na sexta-feira (7).

 

— A maioria dos componentes (do foguete) vai queimar na reentrada na atmosfera — assegurou Wang Wenbin, porta-voz do ministério de Relações Exteriores da China. —A probabilidade de causar danos às atividades aéreas ou (a pessoas, edifícios e atividades) em solo é extremamente baixa — completou.

Fonte: GZH
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