Joinville tornou-se o terceiro maior polo econômico do Sul (atrás das capitais Curitiba e Porto Alegre) com uma matriz
econômica em que predominava a manufatura, com ênfase em setores como plástico e metalmecânico.
Nos últimos anos, no entanto, foram
definidos setores econômicos estrategicamente identificados com a vocação produtiva da cidade que tem grande potencial de futuro e podem manter sua relevância
econômica, como tecnologia da informação, life science (fármacos, biotecnologia e saúde), novos materiais, mobilidade e economia verde, além de
iniciativas para tornar Joinville um modelo de cidade humana e inteligente na América Latina.
Para fomentar esta transformação da cidade, a
prefeitura criou o programa de inovação Join.Valle. Entre outras ações, o Join.Valle fez um levantamento colaborativo para definir uma nova identidade para a
cidade, a #Jlle30, que envolveu debates com participação direta de oito mil pessoas, representando os cidadãos joinvilenses e as áreas pública, privada e
acadêmica. Também contribuiu para o surgimento do Ágora Tech Park.
No segundo semestre de 2018, o Join.Valle foi estruturado na forma de uma
associação sem fins lucrativos e ganhou um conselho formado por lideranças da academia, governo, empresas privadas e sociedade civil, que deve fazer a governança
e curadoria desta nova matriz econômica. Entre as novas atribuições desta entidade estão articulação de projetos e captação de
recursos, fomento e apoio a novos negócios, promoção de projetos de pesquisa integrados (Academia e Empresas) e prototipação/teste de
inovações urbanas.