O carro que era usado pelo taxista Alexandre Borba, de 44 anos, assassinado na madrugada desta terça-feira (25), foi encontrado no
início da tarde no bairro Costa e Silva, em Joinville, no Norte catarinense. O veículo tinha marcas de sangue e vai passar por perícia. A Polícia Civil acredita
que o caso seja de latrocínio (roubo seguido de morte), mas não descarta nenhuma possibilidade.
O corpo de Borba foi encontrado numa rua no bairro
Floresta, na Zona Sul, durante rondas da Polícia Militar. O celular estava ao lado. Ele, que teria sido morto a facadas, tinha sido visto pela última vez quando foi fazer uma
corrida, por volta das 2h.
Colegas de trabalho e pessoas próximas foram ouvidas pela Polícia Civil, que abriu inquérito para investigar o caso.
“Também [é feita] análise de imagens de videomonitoramento tanto na área onde ela trabalhava como em outras áreas da cidade. As
investigações devem prosseguir amanhã”, disse o delegado Fabiano Silveira.
A polícia acredita que o taxista tenha tentado reagir
à abordagem. “Pelos vestígios que nós encontramos no interior do veículo, que deva ter havido uma luta corporal entre a vítima e autor, autores, no
veículo. Porque há vestígio muito grande de sangue o interior do veículo”, afirmou o delegado Dirceu Silveira Júnior.
Edson
Nilsen, que é taxista há 9 anos e dividia o veículo com a vítima, tentou contato com o colega durante a madrugada. “Mandei WhatsApp às 6h03. Abri o
WhatsApp dele e 5h4 foi visualizado a última vez.
Alexandre era taxista há dois anos. Divorciado, morava com a mãe no bairro Iririú. Ele
era esperado para o almoço de Natal, disse o cunhado.