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19/07/2014 | 09:33 | Polícia

Justiça nega pedido de avaliação psiquiátrica do pai de Bernardo no RS

Avaliação foi solicitada pelo assistente da acusação, representante da avó

Avaliação foi solicitada pelo assistente da acusação, representante da avó
Para Justiça, não há indícios que apontem para insanidade mental do pai de Bernardo (Foto: Reprodução/TV Globo)
A Justiça do Rio Grande do Sul negou nesta semana o pedido para realização de uma avaliação psiquiátrica de Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo, assassinado em abril em Três Passos, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. O pedido havia sido apresentado pelo advogado Marlon Taborda, representante da avó do menino e assistente da acusação.
Na decisão, o juiz Marcos Luis Agostini, disse que a manifestação do Ministério Público dizendo não ser necessária a realização no exame no momento é “fundamento suficiente ao indeferimento”. Para o juiz, o assistente da acusação não pode apresentar pedido conflitante ao autor da acusação, o MP. A decisão complementou ainda que “não há nos autos elementos que autorizam a instauração de incidente de insanidade mental do réu Leandro” ou indícios que apontem dúvida acerca da sanidade mental do acusado.
O advogado Marlon Taborda, representante da avó de Bernardo, disse acatar a decisão da Justiça e do MP para o momento do processo. Em entrevista ao G1, ele explicou que com as informações de que Leandro está recebendo tratamento psicológico contínuo, solicitou a avaliação para ser somada às provas técnicas do processo.
“Na decisão falam sobre comprovação de sanidade mental, não foi isso que foi pedido na solicitação. Buscávamos com essa avaliação a ampliação das provas técnicas – como análise dos materiais coletados no Bernardo – que já constam nos autos. As provas colhidas até agora não são conclusivas”, declarou o advogado.
Fonte: G1
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