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04/04/2018 | 21:51 | Praia Notícias | Polícia

Casal de pastores que morava em SC é preso por estuprar os cinco filhos

Condenados em 2015 por crime ocorrido em Chapecó, pai e mãe foram encontrados por policiais em uma igreja

Condenados em 2015 por crime ocorrido em Chapecó, pai e mãe foram encontrados por policiais em uma igreja
Condenados em 2015 por crime ocorrido em Chapecó, pai e mãe foram encontrados por policiais em uma igreja
O pai foi condenado pelo crime de estupro e deve cumprir 22 anos e seis meses em regime fechado. A mãe também foi sentenciada por estupro, mas com a tipificação de omissão — pois poderia ter evitado o crime —, e tem pena de 16 anos e oito meses de prisão. Ambos tiveram as sentenças aumentadas porque o crime foi contra seus descendentes.
A Polícia Civil encaminhou os condenados para a Central de Plantão Policial de Chapecó, com o objetivo de realizar os trâmites legais. Ainda nesta quarta-feira (4), devem ser levados para o Presídio Regional da cidade.
Prisão após três  anos de investigação
A Justiça de Chapecó expediu mandado de prisão contra a dupla logo após a condenação, em 2015. Desde lá, a Polícia Civil passou praticamente três anos em busca de pistas para localizar o casal, que estava foragido. O principal problema, segundo o delegado do caso, era a ausência de um sistema que integrasse as informações da Polícia Civil catarinense com as de outros Estados, como o Paraná.
— Não haver sistema integrado dificultou as investigações, já que não temos acesso a informações como registros de CNH de outros Estados. Realizamos diversas diligências nesse período para tentar localizar o casal, que estava em local incerto. Tivemos, há duas semanas, a informação de que eles poderiam estar em Foz do Iguaçu. Nesse período, reforçamos as investigações e listamos possíveis endereços, chegando à localização dos presos com sucesso por volta das 21h desta terça-feira.
* O nome dos pais não foi divulgado em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), já que essa informação poderia expor e constranger as crianças envolvidas.
Fonte: Gaúcha ZH
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