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31/08/2017 | 12:25 | Praia Notícias | Polícia

Preso confessa ter matado PM em Joinville a mando de grupo criminoso, diz polícia

Outras três pessoas foram presas - uma mulher que teria ajudado os suspeitos na fuga e dois homens em flagrante durante operação decorrente das investigações

Outras três pessoas foram presas - uma mulher que 

teria ajudado os suspeitos na fuga e dois homens em flagrante durante operação decorrente das investigações
Preso teria ateado fogo em carro após matar PM (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
O homem preso na noite de quarta-feira (30) suspeito de ter matado o cabo Joacir Roberto Vieira, 43 anos, confessou à Polícia Civil ter executado o policial a mando de uma organização criminosa, divulgou a Delegacia de Homicídios de Joinville. O segundo suspeito continua foragido.
A polícia informou que ele ainda teria indicado os mandantes diretos do crime e demais suspeitos envolvidos no ato. Também explicou a dinâmica da ação, mas a polícia não divulgou o relato.
O preso aparece no vídeo feito por câmeras de segurança descendo da carona do veículo utilizado para fuga. Ele também teria ateado fogo no carro.
Outras prisões
Na madrugada desta quinta (31), uma mulher suspeita de auxiliar na fuga foi presa. Segundo o delegado Fabiano Silveira, a conduta dela e participação direta no crime ainda será esclarecida.
Outras duas pessoas foram presas em uma operação da Polícia Civil deflagrada em decorrência do crime. Segundo Silveira, as prisões deles foram por porte ilegal de arma de fogo, inicialmente sem suspeita de envolvimento direto com o crime.
A operação começou ainda de madrugada. O alvo eram suspeitos praticarem tráfico de drogas e outros crimes como roubos e homicídios em Joinville. Dezenas de policiais militares e civis foram até uma área de ocupação nno bairro Ulysses Guimarães, na zona sul de Joinville.
Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão. Os policiais estavam atrás de drogas, armas e de pessoas suspeitas de participarem de facções criminosas em Joinville.
As investigações continuam em busca do outro executor e envolvidos.
Fonte: G1
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