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29/08/2017 | 11:29 | Geral | Três de Maio

Copatti garante que minirreforma administrativa não onera município

Foto: Alexandre de Souza/Especial
O prefeito de Três de Maio, Altair Copatti, afirmou, na manhã desta terça-feira (29), que o projeto de Lei nº 040/2017, que prevê uma “minirreforma administrativa” é necessário para o bom andamento da máquina pública. A justificativa é que atualmente existem cargos demais em determinadas secretarias, enquanto há a falta em outras. Além disso, alguns cargos estão lotados em secretarias, mas desempenham suas funções, na prática, em outras.
No texto, que tramita na Câmara de Vereadores do município, o governo propõe a alteração do quadro de cargos em comissão e funções gratificadas para tornar a gestão pública mais eficiente. 
Em entrevista na Rádio Colonial, Copatti garantiu que a diferença entre a soma atual dos salários existentes com o total dos que serão extintos ficará próximo de zero.
- A comunidade me conhece porque já fui prefeito em outras duas vezes. Eu não autorizaria um projeto de “minirreforma administrativa” que viesse a onerar o cofre público. Do ponto de vista financeiro, eu diria, que a diferença é quase zero - afirmou o mandatário.
Sobre a crítica que o Executivo está sofrendo por não ter enviado junto com o projeto o estudo de impacto financeiro, Copatti explicou que a legislação não exige tal dispositivo para criação de CC’s e FG’s, que são temporários e podem mudar a qualquer momento, mas sim para cargos de carreira que são permanentes. 
A administração municipal deverá divulgar nas próximas horas um cálculo com o valor dos novos cargos e o que será economizado com os que serão extintos para comprovar que o projeto não resultará eu amento de despesa.
Rebateu ainda aqueles que dizem que o objetivo da proposta é criar cargos para atender possíveis promessas de emprego feitas na última campanha. Conforme Copatti, as novas vagas serão ocupadas por pessoas que já estão trabalhando na prefeitura.
A respeito da criação do cargo de secretário-adjunto da Educação, o prefeito alegou que a professora Tânia George não foi cedida pelo Estado e, assim, não pode ser nomeada oficialmente como secretária. A professora, que também leciona na rede municipal, será efetivada como adjunta.  
Fonte: Rádio Colonial
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