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19/07/2017 | 22:05 | Praia Notícias | Polícia | Trânsito

Homem bate carro e morre após perseguição policial no Centro de Criciúma

PM seguiu carro após denúncia de homem ter feito furto. Família da vítima diz que ele apenas teria retirado pertences da casa da ex-mulher

PM seguiu carro após denúncia de homem ter feito furto. Família da vítima diz que ele apenas teria retirado pertences da casa da ex-mulher
Carros colidiram no Centro de Criciúma (Foto: Assis da Silva/Divulgação)
Um homem morreu na noite de terça-feira (18) ao bater o veículo no Centro de Criciúma, no Sul catarinense, após uma perseguição policial. A PM foi acionada e seguiu o homem por uma denúncia de furto. Entretanto, a família da vítima afirma que ele teria apenas buscado pertences na casa da ex- mulher.
O caso foi registrado por volta das 23h. Segundo a PM, no chamado, os policiais foram informados que ele estaria envolvido em um furto no bairro Demboski. O veículo dele foi identificado, um Strada, e a guarnição começou a segui-lo.
A perseguição ocorreu por toda a Avenida Centenário, do bairro Próspera até a região central da cidade. Em um cruzamento, a caminhonete bateu em outros três carros. O homem morreu no local e outras três pessoas ficaram feridas.
Versões
Alguns pertences e objetos caíram do carro durante a perseguição, como mostrou o Jornal do Almoço. A reportagem conversou com familiares da vítima na manhã desta quarta-feira (19), que disseram que não se tratou de um roubo, mas de uma discussão familiar.
A filha da vítima diz que os pertencem que estavam no carro eram do condutor, que havia pego na casa da ex-mulher, após a separação. Conforme o delegado Ari José Soto Riva, de fato os pertences estavam na casa da ex-mulher.
"A ex-mulher estaria viajando, em Florianópolis, e o homem foi até a casa dela para buscar objetos. Como a ex-cunhada dele mora próximo ao local, ao ver ele colocando os objetos no carro, acionou a PM", informou Riva.
Ainda de acordo com o delegado, o caso estava inicialmente sendo tratado como furto, mas como há indícios de apropriação de bens da ex-companheira, a investigação foi levada para a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (Dpcami). "O caso pode tornar-se violência doméstica ou exercício arbitrário das propriedades", completa o delegado.
Fonte: G1
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