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12/05/2017 | 05:54 | Geral

Bezerro nasce com duas cabeças e é encontrado morto no dia seguinte em São Borja

Veterinário explica que fato raro trata-se de uma má formação congênita. Animal viveu menos de 24 horas em uma fazenda na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul

Veterinário explica que fato raro trata-se de uma má formação congênita. Animal viveu menos de 24 horas em uma fazenda na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul
Animal foi encontrado morto em uma propriedade rural no município de São Borja (Foto: Gabriel Rodrigues Fernandes/Arquivo Pessoal)
Um bezerro nasceu com duas cabeças em uma propriedade rural em São Borja, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O animal foi encontrado sem vida um dia após o nascimento, na quarta-feira (10), pelo caseiro da fazenda.
"Encontrei o bezerro na quarta de manhã. Ele deve ter nascido na terça à tardinha. Vi que a vaca tinha parido, ela estava lambendo ele. Na hora, não percebi que ele tinha duas cabeças. Só no dia seguinte notei, quando ele já estava morto", explica o caseiro Ricardo Betim, de 50 anos.
Segundo ele, o animal tinha duas bocas, dois focinhos e quatro olhos, mas possuia um único crânio. Betim relata que nunca tinha visto algo assim.
Ele chamou outras pessoas para que vissem o bezerro, uma cruza de vaca charolês com um touro brangus. A professora Dalva Maria Ferreira Rodrigues, de 50 anos, e o filho Gabriel, de 11 anos, também se espantaram com o animal.
"Nunca tínhamos visto nada assim. Por isso, meu filho resolveu fazer várias fotos", conta.
Como a anormalidade do animal foi percebida quando ele já estava morto, ninguém acionou um veterinário. Para entender o que pode ter ocasionado a anomalia, o G1 ouviu o veterinário Flávio Sartori, que já presenciou outros dois casos de bezerros nascidos com duas cabeças: um em São Borja e outro em Santo Antônio das Missões.
"É um caso de má formação congênita, que não há como precisar a motivação: se foi hereditária ou não", explica.
Fonte: G1
Veterinário explica que fato raro trata-se de uma má formação congênita. Animal viveu menos de 24 horas em uma fazenda na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul
Foto: Gabriel Rodrigues Fernandes/Arquivo Pessoal
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