Logomarca Paulo Marques Notícias

05/04/2017 | 12:06 | Geral

Homenagens em Três Passos marcam os 3 anos da morte de Bernardo Boldrini

Quatro réus acusados pela morte do menino estão presos e aguardam julgamento. Há três anos, o corpo de Bernardo foi encontrado em um buraco em Frederico Westphalen

Quatro réus acusados pela 

morte do menino estão presos e aguardam julgamento. Há três anos, o corpo de Bernardo foi encontrado em um buraco em Frederico Westphalen
Homenagens a menino Bernardo em Três Passos, RS (Foto: Gabriel Garcia/RBS TV)
A terrça-feira (4) foi marcada por homenagens na cidade de Três Passos, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Há exatos 3 anos Bernardo Boldrini, então com 11 anos de idade, foi dado como desaparecido e dez dias depois, o corpo do menino foi encontrado envolto em um saco plástico e enterrado em um buraco na área rural de Frederico Westphalen, no Norte do estado.
Usando camisetas estampadas com o rosto de Bernardo, um grupo de pessoas se reuniu em frente à casa onde o menino morava para prestar homenagem. O muro da residência tem cartazes pendurados com palavras de esperança e pedidos por justiça. Ao som do 'Pai Nosso', uma corrente de oração também foi feita para homenagear Bernardo.
O caso que comoveu o país segue sem desfecho. Em três anos, muitas pessoas pedem agilidade no andamento do processo que investiga a morte de Bernardo. Desde abril de 2014, o médico cirurgião Leandro Boldrini, 41 anos, pai da criança; a madrasta Graciele Ugulini, 39; a amiga dela, Edelvânia Wirganovicz, 43, e Evandro Wirganovicz, 34, irmão de Edelvânia, estão presos. Os quatro aguardam julgamento.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso do pai da criança contra a realização de julgamento popular para ele e os outros três réus. E de acordo com Túlio Martins, presidente do Conselho de Comunicação do TJ/RS, o processo no que diz respeito ao Poder Judiciário do estado está encerrado. "Existe grande possibilidade que saia ainda este ano o júri", afirma Túlio.
O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa agora pedido feito pelos advogados de Edelvânia Wirganovicz, que desejam separar o julgamento dela dos demais réus. "Essa tentativa nossa de cisão do juri é natural, nós não estamos pedindo absurdo. Isso é comum", explica o advogado Jean Menezes.
Fonte: G1
Mais notícias sobre GERAL