A
população de Tubarão, no Sul catarinense, precisa de doações de materiais de construção, informou a Coordenadoria Regional da Defesa Civil
neste sábado (22). O município também recebe material de limpeza, higiene e alimentos. Não há mais necessidade de doação de roupas.
No domingo (16), o município foi atingido por forte chuva e ventos. De acordo com o boletim parcial de sexta (21) da Defesa Civil estadual, 97.298 pessoas foram
afetadas em Tubarão pelas chuvas.
As doações podem ser feitas na Arena Multiuso, na rua Afonso Pena, no antigo aeroporto. Segundo a prefeitura, a
principal necessidade é material de construção, principalmente telhas, tijolos e cimento. Alimentos não perecíveis também são recebidos,
como arroz, feijão, leite, enlatados.
A prefeitura realiza a triagem e assistência social e já realizou o cadastro das famílias que precisam
das doações.
Sesc recebe doações
Materiais de higiene pessoal e limpeza, alimentos não
perecíveis e água podem ser doados em unidades do Serviço Social do Comércio de Santa Catarina (Sesc-SC).
As doações
podem ser feitas nas seguintes unidades:
Sesc em Araranguá: Av. Sete de Setembro, 1030 – Centro – Telefone: (48) 3524.0189 / 3524-7893
Sesc em Blumenau: Rua Dr. Amadeu da Luz, 165 – Centro – Telefone: (47) 3322.5261
Sesc em Criciúma: Rua Pres. Kennedy, 850 – Pio
Corrêa – Telefone: (48) 3437.5224
Sesc em Florianópolis (Estreito): Rua General Eurico Gaspar Dutra, 913 – Estreito – Telefone: (48)
3954-7550
Sesc em Florianópolis (Prainha): Trav. Syriaco Atherino, 100 – Centro – Telefone: (48) 3229.2200
Sesc em Joinville:
Rua Itaiópolis, 470 – Centro – Telefone: (47) 3441.3300
Sesc em Lages: Unidade – Av. Dom Pedro II, 1.693 – Universitário –
Telefone: (49) 3322.3936
Sesc em Laguna: Rua Tenente Bessa, 211 – Telefone: (48) 3644.0152
Sesc em Tubarão: Rua Antonio
Hülse, 411 – Dehon – Telefone: (48) 3626.0146
Prejuízos com a chuva
Além dos quase 100 mil atingidos em
Tubarão, uma menina de 7 anos morreu na cidade no próprio domingo. Ao todo, 21 ficaram feridos. Oito ficaram desabrigados e 8 desabrigados e 3.512, desalojados.
Foram mil casas e 30 instalações públicas atingidas. Na sexta (21), o município decretou estado de calamidade pública. O documento foi
assinado pelo prefeito e precisa ser homologado pela Defesa Civil estadual e reconhecido pelo governo federal para passar a valer.