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13/03/2014 | 05:13 | Polícia

Corpo de jovem que estava desaparecida é encontrado em Vista Alegre

Adriana Nogueira dos Santos, 24 anos, estava desaparecida desde domingo (09)

Adriana Nogueira dos Santos, 24 anos, estava desaparecida desde domingo (09)
Foto: Divulgação/Polícia Civil
Foi localizado na tarde desta quarta-feira, 12, em Vista Alegre, o corpo de Adriana Nogueira dos Santos, 24 anos. Ela morava do bairro Fátima, em Frederico Westphalen e estava desaparecida desde o domingo, 9.
De acordo com o delegado da Polícia Civil de Frederico Westphalen, Dinarte Marshall Junior, este é o primeiro homicídio registrado no município em 2014, caracterizado como passional, o qual foi desvendado e teve a prisão do autor em 72 horas, desde o registro da ocorrência.
O caso
Marshall Junior explica que desde domingo, 9, Adriana Nogueira dos Santos, 24 anos, não mantinha contato com a família. Isso motivou o registro do seu desaparecimento pela mãe. Iniciadas as investigações, foi averiguado que Adriana havia discutido com seu companheiro. O motivo seria ciúmes por parte de M.R.D.S., 25 anos, o que revela a motivação de crime passional.
O delegado revela ainda que a investigação deu conta de que M.R.D.S. teria estrangulado e enforcado a companheira na residência do casal, ainda na noite do sábado, 8. Após o crime, o homem teria levado o corpo de Adriana até a linha Boa Esperança, nas proximidades do Rio Pardinho, no município de Vista Alegre, numa propriedade desabitada. Na mesma noite, M.R.D.S. teria ido a uma casa noturna em Frederico Westphalen. O delegado informou ainda que na segunda-feira, 10, M.R.D.S. retornou ao local e enterrou o corpo da vítima ao lado de uma latrina, na mesma propriedade rural. Uma necropsia apontará a causa da morte de Adriana.
O acusado de ser o autor do crime foi encontrado em Vicente Dutra. A representação pela prisão preventiva do suspeito, que foi dirigida à 1ª Vara da Comarca, foi acolhida. Assim, o mandado foi cumprindo na tarde desta quarta-feira, 12. M.R.D.S. irá responder por homicídio qualificado por motivo torpe, e pelo uso de asfixia – cuja pena é de reclusão de 12 a 30 anos –, além do delito de ocultação de cadáver – que prevê pena é de reclusão de 1 a 3 anos.
Atuaram nas buscas agentes policiais de Frederico Westphalen, Caiçara e Vista Alegre, com apoio do Corpo de Bombeiros.
Fonte: O Alto uruguai
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