O Departamento Nacional de Produção Mineral determinou a
interdição da barragem da Carbonífera Catarinense, no Sul de Santa Catarina, após uma vistoria foi feita depois do desastre ambiental de Mariana, Minas
Gerais.
A barragem de rejeitos do carvão fica em Lauro Müller. Por não ter um plano de segurança, determinado por lei federal, a
interdição ocorreu depois que a carbonífera foi notificada, mas não providenciou a documentação necessária às autoridades.
Esta barragem chegou a romper em novembro de 2014, promovendo vazamento de resíduos de carvão.