A assistente social está recolhida há um ano e meio acusada de envolvimento na morte do menino Bernardo Boldrini, em abril de
2014, em Frederico Westphalen, fez a acusação em entrevista ao jornal Zero Hora.
No depoimento à polícia, a mulher que levou a
polícia até a cova onde o menino havia sido enterrado, havia dito que a enfermeira Graciele Ugulini a havia procurado dois ou três meses antes do crime já com
segundas intenções e que já tinha tudo planejado para, nas suas palavras, "consumir com o guri".
Na entrevista ao jornal,
Edelvânia, disse que estaria dopada de tanto remédio quando prestou o depoimento à polícia e que teria sido coagida a falar que o crime havia sido planejado.
Edelvânia culpa a madrasta de Bernardo e a delegada Caroline Bamberg de terem feito isso para incriminá-la. Segundo a assistente social, a delegada tinha recebido um alto valor
em dinheiro e um apartamento para arquivar o processo da morte da mãe de Bernardo, Odilaine Uglione:
“A delegada tinha feito um acordo com o médico.
Ela ganhou um alto valor em dinheiro para arquivar o processo. A Graciele me contou que deram para a delegada um alto valor em dinheiro, o apartamento, para ela arquivar o inquérito
da morte da mãe do Bernardo’, contou na entrevista.
Uma perícia particular encomendada pela família da mãe do menino Bernardo
concluiu que ela não se matou, mas teria sido assassinada. Odilaine morreu 72 horas antes do momento de assinar o divórcio, em 2010. Conforme o acordo que seria assinado,
Odilaine deveria receber R$ 1,5 milhão e uma pensão mensal de R$ 10 mil.
A Polícia Civil investigou o caso e concluiu que ela cometeu
suicídio, com um tiro na boca, dentro do consultório do marido. Pelo menos cinco pessoas aguardavam consulta quando viram um estouro e o médico sair correndo da sala,
apavorado. Ele sustenta que a mulher se matou.
A Rádio Colonial entrou em contato com a Delegacia Regional de Cruz Alta para tentar entrevistar a delegada
Caroline, mas fomos informados que ela está em licença saúde.